A FORÇA DA CIDADANIA:   POR FARO, ALGARVE E PORTUGAL

- DEMOLIÇÕES : AUDIÊNCIA URGENTE COM MINISTRO FICOU NO PAPEL E CASAS A IR ABAIXO. PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA NÃO DILIGENCIOU PELA EXECUÇÃO DA PROPOSTA APROVADA NESSE SENTIDO? MINISTRO RECUSOU?

- É UMA SITUAÇÃO DE EXTREMA GRAVIDADE, POR DESRESPEITO ÀS POPULAÇÕES E AO ORGÃO MUNICIPAL MÁXIMO

 

1. Na sequência da manifestação de hoje frente à Câmara Municipal contra as demolições, o Grupo independente " Salvar Faro, Com Coração" foi surpreendido pela notícia de que só agora vai ser pedida uma reunião ao Ministro do Ambiente para ouvir as populações.

A ser assim, conclui-se uma de duas coisas: ou o Presidente da Assembleia Municipal não diligenciou e não pressionou pela execução de uma Proposta nesse sentido apresentada pelo Grupo Municipal " Salvar Faro" na Sessão de 12 de março e que foi aprovada para ser executada com urgência (e já passaram 12 dias); ou o Ministro recusou receber. Em qualquer dos casos, é uma situação de extrema gravidade que tem de ser esclarecida publicamente em pormenor e de que se têm de tirar consequências, pois desrespeita as populações e o órgão municipal máximo. São coisas muito sérias, pois enquanto isso as demolições continuaram bem como as notificações para demolir mais.

De facto, na referida Sessão da Assembleia Municipal foi aprovada a Proposta dos independentes para ser constituída uma delegação para reunir com urgência com o Ministro do Ambiente, com a seguinte composição:

- Presidentes da Assembleia Municipal e da Câmara.

- Um representante de cada força representada na Assembleia.

- Um representante de cada uma das Associações: núcleo da Culatra; núcleo dos Hangares; núcleo do Farol; e Ilha de Faro.

Como ficou expresso na Proposta, o objetivo é o poder político municipal e as populações apresentarem a situação de viva voz para se alcançar uma solução.

 

2. A razão da apresentação da proposta pelos autarcas  de "Salvar Faro" são as dramáticas injustiças que estão a ser cometidas e sofrimento provocado às pessoas de forma desumana e que vão custar milhões ao Estado. Num país  com falta de habitações e com extremas dificuldades financeiras, é um absurdo e um atentado à moral pública, que sempre foi contestado pelos independentes.

 

Cumprimentos

25.3.2015

Comissão Executiva da Aliança " Salvar Faro, Com Coração"